20 mil alunos sem todos os professores

Ainda há 20 mil alunos sem todos os professores (jn.pt)

Estimativas da Fenprof apontam que ainda há 20 mil alunos sem todos os professores e que, na maioria das semanas, o número ascendeu a 30 mil.

Os diretores garantem que o maior problema dos alunos é a falta de professores e não a perda de aprendizagens devido às greves. De acordo com estimativas da Fenprof, na quarta-feira, tendo em conta os horários por preencher em oferta de escola, cerca de 20 mil alunos não tinham todos os docentes. Um número que baixou substancialmente esta semana, garante Vítor Godinho, por o pedido de substituições cair antes de férias. Há uma semana, eram mais de 28 mil e há duas, quase 32 mil alunos, estima. O 2.º período, que termina hoje, acaba como começou: com protestos que ameaçam prolongar-se até final do ano letivo.

Nas 13 semanas de aulas desde janeiro, de acordo com a Fenprof, em sete o número de alunos sem todos os docentes foi sempre superior a 30 mil e só na primeira semana de aulas terá sido inferior a 20 mil.

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